É tudo tão simples, a gente devia A gente devia beber mais vezes. E sentar mais no meio-fio em noites geladas pra conversar, mesmo sem ter o que dizer. Ficar ali inventando assunto para preencher o vazio, até o vazio inevitavelmente surgir e a gente perceber que ele nem é tão ruim assim. E deixar ele… Continuar lendo A gente devia
Categoria: Brain Dump*
Nada mudou
Foto: Death to Stock Um reencontro consigo mesmo podem trazer novidades antigas Você pode encontrar seu eu do passado ao andar desavisada pela rua, tomar um susto e se arrepiar como um gato pelo o que vê e lembrou. Também pode encontrá-lo no meio da noite, na cena de algum filme. Quieta e sozinha na casa… Continuar lendo Nada mudou
Me distanciando de tudo
E ficando mais perto de mim, então. Uma amiga disse que assistindo Mad Men todo mundo quer ser a Peggy. A princípio não, já que ela começa como uma baita perdedora, mas no decorrer da série, sim, é óbvio que toda mulher quer ser a Peggy. Conseguindo controlar seu impulso por lanches, largando os relacionamentos tóxicos… Continuar lendo Me distanciando de tudo
Fui comprar café e chorei
Foto: Death to Stock Essa cidade pode te deixar sentimental feito o diabo Tenho pensado nisso ultimamente: até que idade você pode ser sentimental? Com 32 anos me parece que não se pode mais ser emotiva, ter dúvidas e aflições e escrever sobre elas. Parece que é exclusividade dos adolescentes escrever longos desabafos, abrir o coração e… Continuar lendo Fui comprar café e chorei
Sites de deixaram de nos amar como deviam — e que a gente segue amando
Foto: Death for Stock Eu ainda não te perdoei, LastFM, e ainda não te esqueci, Google Reader Sem aviso, sem explicação, sem alardes. Tudo muda e a gente fica se sentindo traído e abandonado. Como alguém que entrou para a vida adulta sendo mimada pelas redes sociais em seus mais distintos serviços fúteis & fundamentais, tem horas… Continuar lendo Sites de deixaram de nos amar como deviam — e que a gente segue amando
